Conexão e liberdade: a cultura do Mototurismo e sua relacão com o Turismo de Experiência

Muitas vezes em um bate-papo qualquer com os amigos ouvimos: “Minha vontade era pegar a estrada e saí por aí sem rumo!”. E quando perguntamos para essas pessoas como elas gostariam de fazer isso, a maioria certamente irá dizer: De motocicleta! Esse anseio é comum a muitas pessoas devido a ideia que sair de moto para viajar e sinônimo de liberdade. Mas será que isso procede? Então vejamos:

Viajar de moto é sair com a cara no sol e no vento. É quase como que “voar”. Aliás, não é para menos que muitos símbolos de grupos de motociclismo e eventos de moto tem em sua identidade visual um par de asas. É como tornássemos pássaros. E os pássaros são um símbolo de liberdade.

Pilotar uma moto é também uma belíssima maneira de fazer turismo. E nós motociclistas, quando somos questionados porque fomos visitar tal lugar as vezes muito longe percorrendo o caminho de moto, a resposta geralmente vem acompanhada de uma minuciosa descrição do trajeto percorrido, falando sobre a paisagem, o clima, a gastronomia e as pessoas que encontramos durante a viagem.

Quem não lembra daquele delicioso pastel com um café bem quentinho, degustado e sorvido lentamente durante uma parada durante a viagem num dia frio do inverno? E aquele bate-papo com uma pessoa desconhecida que ao ser indagada sobre qual o melhor caminho para chegar em determinado lugar, deu uma aula de história e geografia sobre aquela região, contando fatos e memórias que você nem de longe teria descoberto se não fosse aquela parada inesperada.

É por este motivo que o motociclismo e o turismo de experiências estão intimamente ligados, pois um proporciona os meios para chegar nessa liberdade, levando o piloto e garupa para um mundo de conhecimento e sensações que ficarão marcados de forma indelével na memória dos participantes.

Não consigo imaginar uma melhor definição para “liberdade”.

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